Entrada. Doze semanas da tese à prateleira.
Levamos uma marca a um único mercado com um plano que a administração segura na mão.
Levamos uma marca a um mercado com um plano que a administração consegue segurar na mão. Traduzimos o posicionamento para a cultura de lá e montamos uma campanha de lançamento à altura do produto. O primeiro trimestre mede-se em portas abertas e em dinheiro que regressa.
Doze semanas em três fases.
Construímos o Relatório de Desejo e a tese de mercado. Lemos o desejo que já existe e escolhemos a porta por onde vamos entrar.
Adaptamos a identidade à cultura de destino e escrevemos a campanha de lançamento. Fechamos também o plano de canais antes de gastar um euro.
Lançamos e empurramos o canal HORECA. No fim, pomos os primeiros números à frente da administração.
Toda a Entrada acaba como acaba este cartão.
Uma escala de preços, as portas que já são suas, a sua velocidade de venda face à categoria e o mês em que o dinheiro volta. É o mesmo quadro de contas que a quinta do Douro aqui em baixo ganhou na Alemanha, reescrito para a sua marca e para o seu mercado.
Uma quinta do Douro chega a Berlim
Como uma casa de vinhos portuguesa com cem anos conquista lugar nas cartas dos doze restaurantes mais observados de Kreuzberg.
| Mercado-alvo | Alemanha, HORECA primeiro |
| Escala de preços | EUR 24–38 retalho |
| Portas, mês 6 | 38 de 50 previstas |
| Velocidade vs. categoria | +212% |
| Horizonte de retorno | 19 meses |
Quando o lançamento termina e o mercado continua a mexer, a Gestão de Mercado assume a avença a partir daqui.
A vinha sempre esteve destinada a viajar.
Para onde, agora?
Diga-nos a sua marca e o mercado que quer alcançar. O Relatório de Desejo mede quanto já o desejam por lá e o que custa entrar. Mostra também onde fica o espaço por ocupar. Chega como um documento que vai querer levar à administração.