A porta do estúdio.
Identidade e campanhas feitas em casa, prontas para viajar no dia em que decidir cruzar a fronteira.
Nem todos os trabalhos começam numa fronteira. Criamos identidades e conduzimos campanhas para marcas que querem ganhar primeiro cá dentro. Tudo o que fazemos aqui é pensado para viajar, por isso, no dia em que decidir cruzar a fronteira, o trabalho já está pronto para ir consigo.
Tudo o que uma agência faz. Feito para viajar.
Estratégia, identidade, campanhas, filme, social, media e CRM. A diferença está em como o orientamos: tudo o que fazemos é pensado para resistir à tradução, para ganhar cá dentro e continuar a ganhar do outro lado da fronteira. Muito do nosso trabalho nunca sai de Portugal. Todo ele poderia sair.
O verão é nosso.
VINHO VERDE COLLECTIVE × NOT CREATIVEQUINTA
CENTENÁRIA
COLHEITA 2023 · Nº 0417Muitos clientes começam aqui, muito antes de pensarem em partir.
Primeiro, o argumento.
O posicionamento começa nas contas da categoria: a escala de preços que consegue defender e o comprador que a vai pagar. Interrogamos as duas coisas antes de se escrever uma linha de criatividade. Recebe um posicionamento escrito, uma hierarquia de mensagens, uma arquitetura de preços e um mapa competitivo que a equipa comercial pode citar. A medida é a da administração. Preço realizado face à escala e quota do segmento que escolheu disputar.
Ideias com plano de meios agarrado.
Uma campanha nasce de uma pergunta comercial. Concebemos contra essa pergunta e testamos a ideia com as pessoas que a devem comprar. O que entregamos vem completo: ideia de plataforma, filme de lançamento ou visual principal, plano de canais, calendário de inserções e o kit de que as equipas locais precisam para a pôr a andar. Os critérios de sucesso ficam por escrito antes do lançamento, normalmente alcance junto do público comprador e movimento nas portas a que a campanha apontou.
Um sistema, do logótipo à prateleira.
Desenhamos o sistema inteiro: marca gráfica, tipografia, cor, embalagem, tom de voz e as regras de uso que impedem um estagiário de o estragar. Tudo é entregue em ficheiros de trabalho, com um documento de guarda, para que o terceiro ano fique tão afinado como a primeira semana. A medida é a consistência no mundo real. Auditamos como a identidade sobrevive a retalhistas, gráficas, distribuidores e agências parceiras, e corrigimos o que se desvia.
As semanas entre campanhas.
As campanhas fazem picos. O conteúdo é o que a marca diz nas outras quarenta e oito semanas do ano. Planeamos e produzimos essa camada editorial: artigos, newsletters, histórias de produto, peças de serviço e harmonização, texto de retalho no registo do próprio mercado. Cada língua tem um redator nativo responsável. Medimos como mediria um editor: tempo de leitura, crescimento de subscritores, posições de pesquisa nos termos em que a categoria se ganha e o custo de cada visita ao lado dos meios pagos.
Produção do princípio ao fim.
Realizamos e produzimos em casa: filmes de marca, naturezas-mortas de produto, retratos de fundador, cortes para social e os packshots que os retalhistas continuam a pedir. Cada rodagem é planeada para alimentar um ano de formatos, para que o orçamento compre uma biblioteca em vez de uma única peça heroica. Cada ficheiro fica registado com direitos de uso e territórios. O desempenho lê-se peça a peça, da taxa de visualização completa de um filme às reuniões de venda que as fotografias ajudam a ganhar.
Presença diária, avaliação semanal.
Trabalhamos os canais que contam para a sua categoria e fechamos os que só servem para lustrar a agência. O trabalho do mês vê-se: um calendário de conteúdo, formatos desenhados para cada colocação, gestão de comunidade na língua do mercado e uma via reativa para as semanas em que a cultura abre uma porta. A avaliação é semanal e numérica: guardados e partilhas à frente do alcance bruto, crescimento dentro do público que pode mesmo comprar, tráfego entregue ao retalho e o custo de cada seguidor conquistado.
Investimento que presta contas.
Planeamos e compramos media em pesquisa, social, retail media e open web programática, com a estrutura das contas documentada para que fique sua se um dia nos separarmos. Os orçamentos definem-se pela contribuição, nunca pelo ano passado mais dez por cento. O relatório chega todos os meses numa página: ROAS por mercado e por canal, incrementalidade onde o volume permite um grupo de controlo, custo por cliente novo para a marca e a fatia do investimento ainda em teste. Quando um canal deixa de pagar, dizemos e mudamos o dinheiro.
A segunda compra é o negócio.
A aquisição leva os aplausos; a retenção paga os salários. Construímos a camada de ciclo de vida: fluxos de boas-vindas, cadência de reposição aprendida nos seus próprios dados de encomenda, programas de recuperação e uma mecânica de fidelização à altura de uma marca premium, longe do hábito do cupão. O email e o SMS escrevem-se nativamente em cada mercado. O placar é simples: taxa de recompra, tempo até à segunda encomenda, receita por subscritor e a margem que sobra depois dos descontos de que o programa precisou e dos que dispensou.
A prateleira tem a última palavra.
Embalagem, presença em prateleira, provas, feiras, pop-ups e o teatro de sala que faz um escanção escolher a sua garrafa. Desenhamos o encontro físico e o material que o sustenta, do destacador de prateleira ao guião de formação que o vendedor do distribuidor usa de facto. Os testes fazem-se numa mão-cheia de portas antes de qualquer expansão. A medição vive dentro da loja: velocidade por porta, frentes conquistadas, conversão de prova em recompra e o que uma hora de prova devolve em caixas.
Feito para sobreviver ao juízo de um estranho.
Há uma regra por baixo de tudo o que está nesta página. O que fazemos tem de continuar a funcionar quando for lido noutra língua, cobrado noutra moeda, arrumado por um comprador que nunca ouviu falar de si e julgado por um palato estranho. Foi o trabalho de exportação que nos ensinou essa disciplina, e ela nunca se desliga. A marca que constrói cá dentro é já a marca com que um dia se lança lá fora.
Para onde, agora?
Diga-nos a sua marca e o mercado que quer alcançar. O Relatório de Desejo mede quanto já o desejam por lá e o que custa entrar. Mostra também onde fica o espaço por ocupar. Chega como um documento que vai querer levar à administração.